Documentário WikiRebels

Vale a pena ver o documentário WikiRebels, feito pelo canal  público sueco STV.  A equipe de TV acompanhou os principais colaboradores da organização durante boa parte deste ano. É só clicar aqui.

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10 Respostas para “Documentário WikiRebels

  1. Um pedido à todos que sabem fazer tradução e colocar legendas em vídeos.
    Creio que a maneira mais eficaz de ajudar à que mais pessoas tenham acesso à informação e assim se tornem menos manipuláveis, é traduzir, legendar e divulgar os clips contendo as informações do WikiLeaks. O Brasil precisa urgente deste tipo de trabalho, por favor, agrupe amigos e parentes neste sentido. Afinal este é um país continental, onde a maioria dos cidadãos por óbvias dificuldades econômicas, não tem estudo e compreensão de outros idiomas.
    Grata aos que se empenharem nesta tarefa!
    Zenn Bell

  2. Um pedido à todos que sabem fazer fazer tradução e colocar legendas!
    Creio que a maneira mais eficaz de ajudar à que mais pessoas tenham acesso à informação e assim se tornem menos manipuláveis é traduzir, legendar e divulgar os clips, vídeos, contendo as informações do WikiLeaks. O Brasil precisa urgente deste tipo de trabalho, por favor, agrupem amigos e parentes neste sentido. Lembrem-se, somos um país continental com a maioria dos cidadãos sem condições econômicas de estudar outros idiomas. Precisamos nos unir para conseguir traduzir e divulgar ao máximo.
    Grata à todos,
    Zenn Bell

  3. Será que alguem poderia traduzir o documentário e legendar, gostaria de coloca-lo em meu canal de WebTv http://www.livestream.com\penosaku

  4. Versão legendada, já! Para que haja divulgação em massa na rede.

  5. José Ribeiro Jr.

    Por que a Folha deu antes do que o seu site essa notícia? Tanto faz acompanhar aqui ou na Folha??

    WikiLeaks: as conversas de Serra com a Chevron sobre o pré-sal
    Enviado por luisnassif, seg, 13/12/2010 – 07:27

    Folha de S.Paulo – Petroleiras foram contra novas regras para pré-sal – 13/12/2010

    Petroleiras foram contra novas regras para pré-sal

    Segundo telegrama do WikiLeaks, Serra prometeu alterar regras caso vencesse

    Assessor do tucano na campanha confirma que candidato era contrário à mudança do marco regulatório do petróleo

    JULIANA ROCHA
    DE BRASÍLIA
    CATIA SEABRA
    DE SÃO PAULO

    As petroleiras americanas não queriam a mudança no marco de exploração de petróleo no pré-sal que o governo aprovou no Congresso, e uma delas ouviu do então pré-candidato favorito à Presidência, José Serra (PSDB), a promessa de que a regra seria alterada caso ele vencesse.

    É isso que mostra telegrama diplomático dos EUA, de dezembro de 2009, obtido pelo site WikiLeaks (www.wikileaks.ch). A organização teve acesso a milhares de despachos. A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado à divulgação no site do WikiLeaks.

    “Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama.

    Um dos responsáveis pelo programa de governo de Serra, o economista Geraldo Biasoto confirmou que a proposta do PSDB previa a reedição do modelo passado.

    “O modelo atual impõe muita responsabilidade e risco à Petrobras”, disse Biasoto, responsável pela área de energia do programa. “Havia muito ceticismo quanto à possibilidade de o pré-sal ter exploração razoável com a mudança de marcos regulatórios que foi realizada.”

    Segundo Biasoto, essa era a opinião de Serra e foi exposta a empresas do setor em diferentes reuniões, sendo uma delas apenas com representantes de petroleiras estrangeiras. Ele diz que Serra não participou dessa reunião, ocorrida em julho deste ano. “Mas é possível que ele tenha participado de outras reuniões com o setor”, disse.

    SENSO DE URGÊNCIA

    O despacho relata a frustração das petrolíferas com a falta de empenho da oposição em tentar derrubar a proposta do governo brasileiro.

    O texto diz que Serra se opõe ao projeto, mas não tem “senso de urgência”. Questionado sobre o que as petroleiras fariam nesse meio tempo, Serra respondeu, sempre segundo o relato: “Vocês vão e voltam”.

    A executiva da Chevron relatou a conversa ao representante de economia do consulado dos EUA no Rio.

    A mudança que desagradou às petroleiras foi aprovada pelo governo na Câmara no começo deste mês.

    Desde 1997, quando acabou o monopólio da Petrobras, a exploração de campos petrolíferos obedeceu a um modelo de concessão.

    Nesse caso, a empresa vencedora da licitação ficava dona do petróleo a ser explorado -pagando royalties ao governo por isso.

    Com a descoberta dos campos gigantes na camada do pré-sal, o governo mudou a proposta. Eles serão licitados por meio de partilha.

    Assim, o vencedor terá de obrigatoriamente partilhar o petróleo encontrado com a União, e a Petrobras ganhou duas vantagens: será a operadora exclusiva dos campos e terá, no mínimo, 30% de participação nos consórcios com as outras empresas.

    A Folha teve acesso a seis telegramas do consulado dos EUA no Rio sobre a descoberta da reserva de petróleo, obtidos pelo WikiLeaks.

    Datados entre janeiro de 2008 e dezembro de 2009, mostram a preocupação da diplomacia dos EUA com as novas regras. O crescente papel da Petrobras como “operadora-chefe” também é relatado com preocupação.

    O consulado também avaliava, em 15 de abril de 2008, que as descobertas de petróleo e o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) poderiam “turbinar” a candidatura de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.

    O consulado cita que o Brasil se tornará um “player” importante no mercado de energia internacional.

    Em outro telegrama, de 27 de agosto de 2009, a executiva da Chevron comenta que uma nova estatal deve ser criada para gerir a nova reserva porque “o PMDB precisa de uma companhia”.

    Texto de 30 de junho de 2008 diz que a reativação da Quarta Frota da Marinha dos EUA causou reação nacionalista. A frota é destinada a agir no Atlântico Sul, área de influência brasileira.

  6. Oi Miryam,

    Mande para redacao@cartacapital.com.br que podemos colocar aqui no blog.

    Um abraço,

  7. Pena que não haja uma versão legendada.

  8. Seria muito bom se mais pessoas tivessem acesso a este documentário. Mostra o outro lado dos acontecimentos que estao sendo divulgados pela mídia em geral. Ajudaria a esclarecer as pessoas que recebem a informacao só pela chamada grande mídia, com seus “especialistas e analistas” tendenciosos.
    Vamos divulgá-lo. Novamente parabenizo pelo excelente trabalho que estao fazendo, superando as imensas dificuldades do momento.

  9. Prezada Natália
    Ótimo documentário. Feito por jornalistas de boa qualidade como você. Bom trabalho.
    Castor

  10. Olá Natália:

    Estou com 11 fotos do Ato de ontem em frente o Consulado Britânico, você quer publicar ?
    Uma voluntária do CMI tentou publicar hoje, mas pelo menos eu não consegui ver as fotos publicadas, deu erro.
    Parabéns pelo trabalho, Natalia, estamos juntas !!!

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