Promotora sueca seria “anti-homem”

No primeiro dia de julgamento da extradição de Julian Assange, a defesa se concentrou em demonstrar a possiiblidade de que Julian não teria Justiça se fosse enviado à Suécia.

Além do fato de que o processo na Suécia correria em segredo de justiça e que o julgamento não seria aberto, a defesa trouxe uma juíza  sueca para depor.

A juíza aposentada Brita Sundberg-Weitman, professora da Universidade de Estocolmo, disse não entender a atitude da procuradora sueca Marianne Ny, que pediu a prisão de Assange. Ela acusou Ny de ter uma visão “anti-homens”. Além disso, afirmou que a procuradora “acredita piamente que todo acusado é culpado”.

“Acho que ela está tão preocupada com a situação de abuso contra as mulheres que ela perdeu a isenção.”

Na saída do tribunal, Assange disse que as acusações são “vazias”, como uma “caixa preta”.   “Um processo como esse te ajuda a entender quem são seus amigos”, disse, emocionado.

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Uma resposta para “Promotora sueca seria “anti-homem”

  1. Querida NATALIA VIANA, gostaria de perguntar AO MUNDO, “COMO SÃO FEITOS OS BEBES NA SUECIA?” Será que TODOS OS BEBES SUÉCOS SÃO FEITOS EM LABORATORIO, ou “AS MULHERES SUÉCAS COM SEUS AMISTOSOS PARCEIROS”, PEDEM AJUDA À ALGUM ‘LOVER HACKER’, PARA TEREM SEUS FILHOS, ja que “FAZER SEXO SEM CAMISINHA ‘É CONSIDERADO ESTUPRO’, NAQUELE PAÍS”?

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