Temas pedidos – até agora

Quarta-feira. Faltam dois dias ainda pra você mandar sua sugestão de temas a serem pesquisados entre os documentos da embaixada e consulados americanos no Brasil. Até agora já recebi mais de cem sugestões – terão prioridade aqueles temas que forem mais pedidos.

Para a divulgação, vamos fazer parceria com uma série de blogs e veículos independentes, entre eles: Carta CapitalLuis Nassif Online, Blog do Mello, Escrevinhador, Viomundo, Nota de Rodapé, Maria Frô, Fazendo Média, Futepoca, Elaine Tavares, Gonzum, Blog do Rovai, Blog da Cidadania, Altamiro Borges e Doutor Sujeira.

É um experimento inédito. Até agora, Globo, Folha e WikiLeaks estavam usando seus critérios para julgar quais documentos seriam publicados por vez, algo “de cima pra baixo”. Dessa vez, o próprio público vai decidir, invertendo a lógica da produção da notícia.

Os documentos do Cablegate compreendem cerca de 3 mil  telegramas enviados pela embaixada de Brasília e pelos consulados de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife entre 2003 e 2010.  As publicações começam neste domingo.

Segue uma lista com os temas mais recorrentes até agora:

– Daniel Dantas

– Israel

– Aécio Neves

– Celso Amorim

– Mensalao

– Nelson Jobim

– Sarney

– líderes oposicionistas – FHC e Serra

– Campanhas eleitorais

– “Chávez” e “Venezuela”,

– Farc

– Amazônia

– Petrobras

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19 Respostas para “Temas pedidos – até agora

  1. Gostaria de saber sobre as PRIVATIZAÇÕES do governo Fernando Henrique Cardoso e do governo Geraldo Alckmin em São Paulo.

  2. Satiagraha;
    Daniel Dantas; Gilmar Mendes; Heráclito Fortes; Nelson Jobim; Demóstenes Torres; José Serra; Eduardo Jorge; Agripino Maia;
    nióbio; kroll; halliburton

  3. Sobre Venezuela e Ugo Chaves

  4. Wikileaks?
    Impressões sobre o alcoolismo do lula.
    anipulações do brasil p/trazer as olimpíadas.

  5. Impressões sobre o alcoolismo do Lula.
    Manipulações do Brasil p/trazer os jogos olimpicos.

  6. alexandre de melo martins

    sobre o programa nuclear brasileiro,
    sobretudo a nossa bomba
    atomica.

  7. Bastidores da redoma intransponível dos negócios especiais dos governos tucanos do Estado de São Paulo…

  8. E o Lula e usa ligação com as empresas telefônicas? Bancoop? Hamas ? Fica claro o viés esquerdista, revanchista lavantado por este site e o seus leitores. Não representam o pluralismo de idéias da sociedade brasileira.

  9. Preciosa Natália,
    Acho que informações sobre o abafado Caso Banestado seria muito reveladoras.
    Parabéns.

  10. Documentos sobre a imprensa brasileira, O Globo, Rede Globo, Folha de SP, Estadão, Veja, eeeetc

  11. O entreguismo do PSDB

  12. Há um tema que há muitos anos me intriga, mas não acredito que seja passível de verificação.

    Em todo caso:

    No início dos anos 80 entrevistei um caboclo muito cerrado e de difícil conversa que encontrei numa passada por São Paulo. Queria levantar relatos sobre a migração nordestina, mas em determinado momento esse homem dá uma informação que mudou o rumo da conversa. Lacônico em seu jeitão sertanejo, mais fácil reproduzir aqui o diálogo do que explicá-lo:

    – Não vim do nordeste pra cá. Da Paraíba fui pro Jari.

    – Projeto Jari? Quanto tempo ficou por lá?

    – Seis meses.

    – Pouco. Não quis ficar mais por que?

    – Não pode. Contrato de peão é de três meses. Reforma por mais três, mas mais de seis meses só a chefia.

    – O que fazia?

    – Era desmiola-tôco.

    – O que é isso?

    – Tirava o miolo das árvores.

    – Pra quê?

    – Sei lá. Depois enchiam de pedra.

    – Quê pedra? Não sei. Chegavam de caminhão.

    – E aí? O que acontecia com as árvores cheias de pedra.

    – Iam pelas barcaças até o porto, talvez Belém.

    Conclui que de lá seguissem por mar, como exportação de madeira. Perguntei do tamanho dessas árvores e informou o que se imagina e se sabe das dimensões de árvores amazônicas.

    Eu não tinha recursos para trabalhar essa informação, mas perguntei se a confirmaria para outros colegas jornalistas. Concordou displicentemente e procurei os tais colegas na Abril, na Folha e no Estado de São Paulo.

    Foram unânimes: não se arriscariam a pesquisar o tema. E me aconselharam a não pôr a vida do informante em risco.

    Muitos anos depois, nesta década que passou, conheci um profissional já aposentado, homem sério. Não lembro sua especialidade técnica, mas trabalhou bom tempo no Jari e conheceu o Ludwig pessoalmente, por quem revelou admiração.

    Lembro que essa conversa surgiu por um comentário meu sobre matéria do Elio Gaspari lamentando o fracasso do empreendimento do Ludwig, por interferência do governo da ditadura. Lembrei que a ditadura indenizara o empreendedor e reproduzi esse mesmo diálogo. O técnico me garantiu que se esse tipo de coisa ocorreu, nunca foi do conhecimento da administração do Projeto.

    Nenhum dos dois tinha motivo para mentir, mas na sequência daquele diálogo dos anos 80, por ser o principal da história, confirmei com o nordestino se trabalhara na região do empreendimento ou exatamente para o próprio. confirmou o contrato com a empresa que apontou como responsável pelos caminhões e barcaças onde seguiam as toras de árvores desgalhas e desmioladas por equipes de trabalhadores que se revezavam em turnos.

    O técnico confirmou o sistema de contratação, justificando-o por problemas causados pelo isolamento dos trabalhadores em meio à selva.

    Não sei se há como se levantar, hoje, o quanto a ditadura militar, com suas inexplicáveis Transamazônicas, colaborou com o saque da região, mas entendo que se quisermos acertar muitos desajustes que ainda ocorrem pelo país, principalmente em ocupações de cargos públicos ou diretoria de multinacionais, e, inclusive, na questão sobre a anistia aos crimes praticados pela repressão naquele período, precisamos escarafunchar ao máximo a lama dos anos 60 ao 80.

    Se isso ainda for possível, atingiremos a muitos que continuam aí, operando contra o Brasil.

    Abraço.

  13. gostaria de saber o que há sobre:
    1. Dilma Rousseff;
    2. Notícias envolvendo relações entre Petrobrás e empresa de petróleo de Cheney, ex-vicepresidente dos USA.

  14. Olá, Natália.
    Sou jornalista de Manaus (AM) e sou leitor do Blog Carta Capital Wikileaks.

    Gostaria de sugerir a investigação sobre algo ocorrido em 2007, de acordo com informações de sites nacionais e agências de notícias. Um avião-radar (modelo P-3, prefixo VVR-2674) dos EUA sobrevoou a reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, na região Norte do país. A aeronave era dotada da capacidade de fazer mapeamentos geológicos das áreas em que sobrevoa, assim como identificar a presença de recursos minerais no solo.

    O caso chama a atenção por um fato curioso: originalmente, o vôo estava previsto para acontecer no dia 9 de outubro de 2007. A aeronave estrangeira iria sobrevoar o país, com fins científicos, fazer uma escala em Manaus (AM) e pousar em Buenos Aires, na Argentina. A operação chegou a ser publicada no Diário Oficial da União.

    Mas não foi exatamente o que aconteceu. O sobrevoo aconteceu um dia após o acertado e fora da rota original. O avião-radar pousou em Boa Vista (RR) e depois seguiu com destino à Reserva Raposa Serra do Sol (rica em urânio), onde passou a fazer variações de altitude e a não atender aos chamados do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) – o que, na teoria, enquadrava a situação da aeronave na Lei do Tiro de Destruição – mais conhecida como “Lei do Abate”.

    Como nunca mais li nada a respeito, acredito que seria um assunto instigante de ser tratado – e creio que as embaixadas tenham detalhes preciosos (e confidenciais) sobre o incidente.

    Gostaria de aproveitar para me incluir oficialmente na lista de colaboradores de divulgação, embora já tenha publicado materiais do blog.

    Um grande abraço.
    Mário Bentes, jornalista.

  15. Diebold, electronic voting, voting fraud, TSE

  16. Duas sugestoes temáticas:

    1. Indústria farmacêutica e ligacao com políticos.

    2. Transferência de tecnologia (disputas).

  17. a Imprensa brasileira

  18. Reforço o pedido por Daniel Dantas.

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